quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Game over

       Quarta-feira, 2h30 da madrugada. Puto com algumas coisas que vem rolando. Lembrei que tinha um blog. Resolvi escrever alguma porcaria. Ta aí.

       Vinte e um anos. Pouco tempo de vida. Não conheço muito bem o mundo. Desconheço as pessoas. Andei por poucos lugares. Mesmo assim, minha história preencheria algumas páginas de um livro. Não sou de planejar o futuro. Nem de relembrar o passado. Mas o presente não existe sem ambos. Não pretendo viver por muito tempo. Mas se me for permitido quero realmente viver. Sabores. Cheiros. Formas. Sons. Emoções. Letras. Um baralho de sensações pronto pra ser trucado. Bebidas. Mulheres. Adrenalina. Não é papo de pseudo-alternativo criado pela avó. Mas pra morrer feliz é preciso correr o risco. Pra morrer basta estar vivo. Pra viver basta entender que amanhã pode estar morto. Aproveite. Não faça planos. Apenas viva. Não prive suas vontades. Não use paraquedas. Apenas pule. Porra! Qual o motivo de estarmos aqui? Em uma terra onde mentir trás dinheiro, minta. Seja egoísta. Pense em você antes de tudo. Pensar nos outros é burrice hoje em dia. Entre no jogo. Mas entre pra ganhar. Se não é game over.

2 comentários:

Duh_Hs disse...

O maior fardo do ser humano, é sem dúvida, saber que vamos morrer.

Jean Rio Negrinho disse...

A morte é um fato. Talvez por isso um substantivo. Mas nada demais. Vamos em frente. A vida é pra isso, ou sei lá para quê!